28.8.09

Seven Years

Eu ainda não sei por que quanto mais tento ser cúmplice do tempo, mais ele me trapaceia. O tempo é um amigo ingrato e extremamente traiçoeiro, vive me pegando desprevenida, me fazendo lembrar do que lutei para esquecer.

Ele impõe situações pelo mero prazer de testar minha consciência tranquila. Ignora o fato de eu não querer mais andar na linha que separa passado e presente, pintando um quadro perfeito daquilo que eu nunca quis deixar de viver. E então as noites na escada, as cartas na caixa de madeira e a velha subida de paralelepípedos que nos separa, passam a me perturbar de novo...

E eu só não quero mais questionar o poder do tempo em relação aos sentimentos, nem enlouquecer por perceber que o preço do esquecimento é a saudade.

24.8.09

Como uma Deusaaaaaaa...

Como é bom perder o senso do ridículo de vez em quando! Dançar, cantar, pular sem se preocupar com nada e nem com ninguém. Mandar todos os demônios de volta ao lugar de onde nunca deveriam ter saído. Rir dos outros, rir de si mesma e ir embora pedindo bis!

6.8.09

Alô, Criançada!


Para as pessoas que vivem na Bozolândia, é bom lembrar: eu e esse cara não temos nada em comum. Ou para aqueles que tem AQUELA dificuldade de interpretação: por favor, não insistam. Eu não sou palhaça!