Já tentei, mas não sou adepta ao nunca. Nunca mais é muito tempo, já diria meu pai. Já que estamos sempre nos enganado com as nossas próprias vontades, prefiro não ficar o tempo todo cuspindo para o alto.
Evito o "não" convicto demais, pois prefiro não estar tão suscetível a julgamentos. Gosto de estar livre de olhares repreensivos, para ir embora e voltar atrás quando bem entender.
Entretanto, já que não sou perfeita mesmo, admito que me divirto, e muito, com a capacidade alheia de apreciar o próprio cuspe.
Há 5 anos